Bali, Indonésia - A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, ocorrida entre 3 a 14 de dezembro, em Bali, na Indonésia, chega a um acordo e lança o Mapa do Caminho para as negociações de clima nos próximos dois anos. Entretanto as decisões pecaram por falta de ambição.
Os governos reuniram-se ao longo dessas duas semanas em Bali, em negociações que muitas vezes vararam madrugadas, para colocar nos trilhos o futuro tratado que deverá cortar até 2020 as emissões de gases do efeito estufa dos países desenvolvidos entre 25 a 40%, abaixo dos níveis medidos em 1990. .
Perdeu-se a oportunidade de se chegar a um acordo muito mais ambicioso e iniciar já algo realmente importante para o planeta e para a vida. Em 2009, em Copenhagen, na Dinamarca, os países deverão finalizar o acordo mais esperado da década e apontar finalmente como deter as mudanças climáticas após o primeiro período de compromisso do Protocolo de Quioto, pós-2012.
Brasil na liderança
Durante as reuniões, o Brasil assumiu a liderança em vários assuntos e se destacou entre as economias emergentes, junto com a China e a África do Sul. Nosso país mostrou-se mais flexível e construtivo do que nas negociações anteriores. Também apresentou ao mundo a tecnologia brasileira para monitorar o desmatamento e ter compromissos mensuráveis para os países florestais
Florestas
O desmatamento e as queimadas são responsáveis por 75% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa e, por causa da falta de cuidado com nossas florestas, o Brasil é o quarto colocado no ranking dos maiores contribuintes para o aquecimento do planeta.
Os governos dos 190 países reunidos em Bali reconheceram formalmente que 20% das emissões dos gases de efeito estufa vêm do desmatamento e está prevista uma discussão sobre REDD para o próximo período de compromisso do Protocolo de Quioto, pós 2012. Fonte: Ana Claudia Costa, gestora de Web do WWF-Brasil, anaclaudia@wwf.org.br
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Conscientizar a sociedade sobre a importância do reuso da água como forma de garantir o futuro dos recursos hídricos do nosso planeta.
sábado, 15 de dezembro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Informação, essa é a principal barreira para adesão aos edifícios verdes.
Embora seja ligeiramente mais caro em sua construção - 5% -, esse tipo de edifício proporciona uma economia considerável de recursos, em geral de 30%, de acordo com as conclusões do primeiro relatório do programa de eficiência energética em construções que o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) acaba de divulgar.
A pesquisa do WBCSD mostra que com o agravamento do aquecimento global, o impacto dos prédios no meio ambiente tende a crescer, já que, por exemplo, recursos como o ar condicionado será utilizado em maior escala e as estruturas convencionais tendem a prolongar o uso de energias não-renováveis. "É essencial agir agora, porque os prédios podem dar uma grande contribuição na questão das mudanças climáticas e uso de energia", diz o documento.
Os principais motivos que impedem o crescimento das construções verdes foram diagnosticados no relatório como comportamentais, organizacionais e financeiros. A primeira barreira é a falta de informação sobre o desempenho dos equipamentos, seguida da ausência de preocupação com eficiência energética. Por fim, a diferença de custos, que a pesquisa mostrou ser um mito exagerado entre os executivos, também conta na hora de decidir entre um prédio sustentável ou convencional.
A chave da questão está em tornar os prédios verdes populares o suficiente para transformar em "ultrapassados" aqueles que não estiverem envolvidos, a exemplo do que tem acontecido hoje com a responsabilidade social empresarial.
"Como a energia fica cada vez mais cara e as regulamentações mais severas, mais pessoas vão demandar prédios verdes". Ocupar uma construção ‘bebedora de energia’ se tornará tão antiquado e anti-social quanto jogar lixo nas ruas".
Timberlake, do WBCSD
"Daqui a algum tempo, os prédios verdes não serão mais considerados caros. Os convencionais é que serão mais baratos, porque terão algo a menos".
Giorgio Vanossi, diretor técnico da Setin Empreendimentos Imobiliários
"Numa grande metrópole como São Paulo, podemos reduzir o problema de inundação das grandes chuvas e otimizamos o uso da água, com preservação para a época de seca".
Marcelo Takaoka, diretor da Y. Takaoka Empreendimentos e presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS)
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A pesquisa do WBCSD mostra que com o agravamento do aquecimento global, o impacto dos prédios no meio ambiente tende a crescer, já que, por exemplo, recursos como o ar condicionado será utilizado em maior escala e as estruturas convencionais tendem a prolongar o uso de energias não-renováveis. "É essencial agir agora, porque os prédios podem dar uma grande contribuição na questão das mudanças climáticas e uso de energia", diz o documento.
Os principais motivos que impedem o crescimento das construções verdes foram diagnosticados no relatório como comportamentais, organizacionais e financeiros. A primeira barreira é a falta de informação sobre o desempenho dos equipamentos, seguida da ausência de preocupação com eficiência energética. Por fim, a diferença de custos, que a pesquisa mostrou ser um mito exagerado entre os executivos, também conta na hora de decidir entre um prédio sustentável ou convencional.
A chave da questão está em tornar os prédios verdes populares o suficiente para transformar em "ultrapassados" aqueles que não estiverem envolvidos, a exemplo do que tem acontecido hoje com a responsabilidade social empresarial.
"Como a energia fica cada vez mais cara e as regulamentações mais severas, mais pessoas vão demandar prédios verdes". Ocupar uma construção ‘bebedora de energia’ se tornará tão antiquado e anti-social quanto jogar lixo nas ruas".
Timberlake, do WBCSD
"Daqui a algum tempo, os prédios verdes não serão mais considerados caros. Os convencionais é que serão mais baratos, porque terão algo a menos".
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"Numa grande metrópole como São Paulo, podemos reduzir o problema de inundação das grandes chuvas e otimizamos o uso da água, com preservação para a época de seca".
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quinta-feira, 24 de maio de 2007
O Pan-Americano de 2007 já tem um vencedor – Reúso da Água
As belezas naturais, um dos trunfos do Rio para ser a sede do Pan-Americano de 2007, também foram levadas em consideração na elaboração do projeto ambiental dos Jogos.Mesmo que lamentavelmente não sendo uma das exigências para se organizar a disputa, o evento adotará várias medidas com o objetivo de evitar o aquecimento global e despertar a consciência das pessoas para a preservação da natureza.
Para manter a qualidade da água, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) também usará dois laboratórios móveis de análises químicas. E ainda monitorará os impactos causados nas praias cariocas.REÚSO DA ÁGUA - O desperdício de água foi equacionado com seu reuso em vários equipamentos esportivos. Na Vila Pan-Americana, as águas das chuvas serão armazenadas para irrigar os jardins. No Estádio Olímpico João Havelange e no Complexo Esportivo Cidade dos Esportes - Autódromo Internacional Nelson Piquet vão ser usadas nos sanitários e reservas de incêndio. Já no Centro de Convenções do Riocentro, haverá instalação de dispositivos de baixo fluxo nas torneiras e vasos dos banheiros.
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quarta-feira, 23 de maio de 2007
O WWF-Brasil colocou cor na Educação Ambiental

A campanha Água Para a Vida, Água Para Todos é uma iniciativa do WWF-Brasil com o objetivo - a longo prazo - de mudar a visão da sociedade brasileira para que ela deixe de considerar a água apenas como um bem a ser consumido e passe a entender que água é suporte para a vida
Água para a Vida, Água para Todos esse é o nome do programa que pretender inspirar as pessoas de todas as partes do planeta a desenvolver processos educativos, elaborar e participar de campanhas, criar grupos de ação pelo meio ambiente e agir pela melhoria da qualidade ambiental e da vida.
Entre tantas informações, talvez a de maior importância esta na preocupação de tornar tudo tão simples e fácil de ser aplicado na prática. Uma das boas novidades é a mandala que agrupa capítulos e atividades que, somados, resultam em diferentes projetos em prol da conservação das águas. Os capítulos do livro estão dispostos no centro da mandala (cor laranja). Em volta deles estão atividades organizadas em diversos níveis: sensibilização (lilás), pesquisa (verde), criação (roxo) e mobilização (azul), ou seja, passos necessários à realização de um projeto ou campanha pelo meio ambiente (veja ilustração acima).
Agora ficou mais fácil elaborar Projetos pela Água via online, vamos lá entre use, clique em um dos capítulos (cor laranja), a mandala se abre horizontalmente na parte superior da tela. Assim, o você vai pode visualizar o título do capítulo e de todas as atividades relacionadas a ele.
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Caterpillar Brasil, empresa amiga do Reúso
Instalada na entrada do Shopping Piracicaba o Planeta H2O, é uma instalação temática onde o visitante assiste a um vídeo de 15 minutos sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e o resultado dos danos da ação humana sobre eles. No formato de uma redoma a instalação reproduz a imagem da Terra como se vista do espaço, mostrando que 70% da superfície do planeta é formado por água, sendo que apenas 3% é constituída de água doce.
A cada meia hora, a sessão é aberta para um grupo de até 20 pessoas que durante 15 minutos, acompanham um vídeo. São imagens sobre a vida terrestre e marinha, desde o surgimento, geradas a partir da água, a formação de florestas, a cobertura vegetal, o desmatamento, a poluição do solo, do ar, de rios e oceanos, os desequilíbrios climáticos e suas conseqüências para a vida.
Uma das imagens que mais impressiona é a que mostra o planeta Terra totalmente seco, sem água e, conseqüentemente, sem vida, num alerta sobre a possibilidade de escassez dos recursos hídricos diante da irresponsabilidade. Ao final da exibição, os visitantes receberão uma cartilha informativa, com lições sobre a água, abordando seu ciclo, seu uso como moeda em alguns lugares do mundo, necessidade de cuidar dos esgotos, da economia, do reuso e outras informações.
Shopping Piracicaba até maio e depois vai para o Centro Universitário Senac a partir do dia 28 de setembro e ficará em exibição até o dia 27 de outubro.
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A cada meia hora, a sessão é aberta para um grupo de até 20 pessoas que durante 15 minutos, acompanham um vídeo. São imagens sobre a vida terrestre e marinha, desde o surgimento, geradas a partir da água, a formação de florestas, a cobertura vegetal, o desmatamento, a poluição do solo, do ar, de rios e oceanos, os desequilíbrios climáticos e suas conseqüências para a vida.
Uma das imagens que mais impressiona é a que mostra o planeta Terra totalmente seco, sem água e, conseqüentemente, sem vida, num alerta sobre a possibilidade de escassez dos recursos hídricos diante da irresponsabilidade. Ao final da exibição, os visitantes receberão uma cartilha informativa, com lições sobre a água, abordando seu ciclo, seu uso como moeda em alguns lugares do mundo, necessidade de cuidar dos esgotos, da economia, do reuso e outras informações.
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Escola é exemplo no reúso das água pluviais
Um procedimento ecologicamente correto e que está resultando em uma economia de cerca de 30% no consumo de água para o Município é o reaproveitamento das águas pluviais que foi implantado nos três complexos educacionais no Guarujá - Cidade Atlântica, Jardim Mar e Céu e Jardim Umuarama. O sistema possibilita a reutilização das águas das chuvas em descargas sanitárias e na irrigação de jardins e hortas comunitárias nessas novas unidades.
Veja como é simples; O primeiro passo é armazenar água de chuva, mediante sistema de captação, utilizando calhas nos telhados e enviando essa água até uma cisterna no subsolo. Em seguida, a água é levada a um reservatório superior e depois desce, por gravidade, para ser utilizada nas descargas sanitárias (banheiros). O sistema também inclui a instalação de um filtro, que possibilita a reutilização das águas das chuvas na limpeza geral das escolas e na irrigação de hortas e jardins.
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quarta-feira, 2 de maio de 2007
Reduza o seu consumo diário médio de água de 200 para 130 litros
Um sistema de reuso de água instalado em condomínios pode gerar uma economia de até 40% na conta de água, sem que os moradores tenham de mudar seu hábito de consumo. Como? Aproveitando o recurso gasto em chuveiros e lavatórios - conhecida como água cinza. O sistema funciona da seguinte maneira: após a coleta do produto, ele passa por uma estação de tratamento dentro do próprio condomínio. A água, então, é encaminhada para vasos sanitários, limpeza de áreas comuns e jardins. Através dos arejadores e redutores é possível intensificar a redução dos gastos. Em torneiras são três litros de água que são economizados por minuto; quando o assunto são chuveiros, a proporção é de 12 litros pelo mesmo tempo. Prefira empreendimentos com esses recursos que consome menos de 1% do custo total do empreendimento, o que acaba sendo amortizado com a economia nos custos operacionais..
ACREDITE - Em uma residência de quatro pessoas, a descarga sanitária é acionada em média 16 vezes ao dia. Se a bacia de 30 litros fosse substituída por outra de 6 litros, no fim de um mês, haveria uma economia de 11.560 litros, o equivalente a redução de 80% no consumo.
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